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Seguro Auto

O que influencia no preço do seguro de automóvel

O preço do seguro auto sai do cruzamento entre o risco do seu perfil e a proteção que você contrata. Veja os fatores que pesam na conta e o que dá para ajustar.

Guilherme ProsperiSócio da Prosperi & Costa7 min de leitura

O preço do seguro de automóvel não sai de uma tabela única. Ele é calculado a partir do cruzamento entre duas coisas: o risco do seu perfil e do seu carro, e a proteção que você decide contratar. Por isso dois motoristas quase nunca pagam o mesmo valor, mesmo com o carro idêntico, e por isso também dá para equilibrar proteção e orçamento sem ficar no escuro.

Abaixo estão os fatores que mais pesam na conta, e o que dá para ajustar em cada um.

O perfil do condutor

A seguradora quer entender a probabilidade de um sinistro acontecer, e o condutor é o centro dessa análise. Idade e tempo de habilitação pesam, porque motoristas mais jovens e recém-habilitados aparecem mais nas estatísticas de acidente. Histórico ao volante conta, e é aqui que entra o bônus, o desconto que se acumula a cada ano sem sinistro indenizado e que pode reduzir bastante o prêmio na renovação.

Quem usa o carro, além de quem contrata, também influencia. Se o veículo é dirigido por um condutor jovem da família, isso muda o risco declarado e o preço. Informar esses dados com exatidão na contratação é importante, porque uma declaração imprecisa pode virar discussão justamente no momento do sinistro.

O veículo

Marca, modelo, ano e valor de mercado entram na conta, mas não sozinhos. O índice de roubo e furto daquele veículo específico pesa, porque carros mais visados custam mais para segurar. O custo das peças e do reparo também conta: um carro importado ou com peças caras encarece o casco, mesmo que o preço de compra seja parecido com o de um nacional.

Itens de segurança e rastreamento podem influenciar em alguns casos, conforme a política de cada seguradora. Não existe uma regra única, e é por isso que comparar companhias faz diferença: a mesma característica pode pesar de um jeito em uma e de outro em outra.

Onde o carro circula e passa a noite

O CEP onde o veículo dorme e a região por onde ele circula entram no cálculo, porque o risco de furto, roubo, colisão e vandalismo varia de lugar para lugar. Carro guardado em garagem tende a representar menos risco do que o que fica na rua. Esse dado local é um dos que mais o cliente subestima, e um dos que a corretora considera com atenção ao montar a proposta.

O uso do carro

Não é o mesmo risco quem roda pouco no fim de semana e quem passa o dia na rua trabalhando. Uso comercial, como aplicativo e entregas, muda a exposição e precisa ser declarado, porque uma apólice de uso particular pode não responder da forma esperada se o carro estava, na prática, em uso profissional no momento do sinistro. Quilometragem e trajetos habituais completam esse retrato.

As coberturas e a franquia

Aqui está a parte que você controla diretamente. A base costuma reunir o casco e a responsabilidade civil por danos a terceiros, e sobre ela entram coberturas e assistências: carro reserva, assistência 24 horas, vidros, proteção para fenômenos naturais. Cada item somado à apólice tem um peso no preço, então a proteção certa é a que cobre o seu risco real, sem sobrar nem faltar.

A franquia é o outro lado da conta. Ela é a parte do prejuízo que fica com você em certos sinistros, e escolher uma franquia mais alta costuma reduzir o prêmio, enquanto uma franquia reduzida encarece. O equilíbrio depende de quanto você conseguiria desembolsar se precisasse acionar o seguro, e essa é uma conversa que vale ter com clareza antes de fechar.

O que a Lei 15.040/2024 mudou nesse assunto

Desde dezembro de 2025 o contrato de seguro é regido pela Lei 15.040/2024, o Marco Legal dos Seguros, que reforça a clareza sobre o que está coberto e sobre os deveres de cada parte. Na prática, isso valoriza ainda mais a contratação bem feita: uma apólice montada com dados corretos e coberturas coerentes com o seu uso é o que sustenta a resposta no dia do sinistro.

O papel da corretora nessa conta

Uma cotação automática pergunta o mínimo e devolve um número. A corretora lê o conjunto: o seu perfil, o carro, onde ele circula e o que faz sentido proteger. Como a Prosperi & Costa trabalha com mais de vinte seguradoras, o mesmo perfil pode encontrar condições diferentes de uma companhia para outra, e é comparando que se acha o ponto entre proteção e orçamento.

Para saber quanto fica no seu caso, fale com a corretora. O atendimento é nacional e a distância, por WhatsApp, telefone e e-mail, sem cotação automática e sem formulário longo, e o acompanhamento vai do aviso do sinistro até o desfecho previsto na apólice.

Perguntas sobre este tema

Por que dois motoristas pagam preços diferentes pelo mesmo carro?

Porque o preço olha para o condutor, não só para o veículo. Idade, tempo de habilitação, histórico de sinistros, bônus acumulado, uso do carro e a região onde ele circula e passa a noite mudam o risco calculado pela seguradora, e com ele o valor do prêmio.

Aumentar a franquia reduz o preço do seguro?

Em geral sim. A franquia é a parte do prejuízo que fica com você em determinados sinistros, então uma franquia mais alta costuma reduzir o prêmio, porque você assume uma fatia maior do risco. O ponto de equilíbrio depende de quanto você conseguiria pagar em caso de sinistro, e a corretora ajuda a encontrar esse ponto.

O modelo do carro muda muito o preço?

Muda. Marca, modelo, ano, valor de mercado, índice de roubo e furto daquele veículo e custo das peças entram na conta. Dois carros de preço parecido podem ter seguros bem diferentes se um deles for mais visado ou tiver reparo mais caro.

Consigo saber o valor sem cotação automática?

Sim. Você conversa com a corretora, informa o perfil de uso e recebe a proposta comparando seguradoras. A Prosperi & Costa apresenta o valor sem formulário longo e sem cotação automática, e continua ao seu lado no dia do sinistro.

Guilherme Prosperi

Sócio da Prosperi & Costa

Sócio da Prosperi & Costa, corretora com quarenta anos de mercado e mais de vinte seguradoras parceiras. Trabalha diariamente com contratação, renovação e, principalmente, com o acompanhamento de sinistro, que é onde a apólice deixa de ser papel e vira dinheiro na conta do cliente.

Comece por uma conversa.

Sem cotação automática e sem formulário longo. Uma conversa para entender o que precisa ser protegido, e a partir daí a corretora cuida.